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O historiador grego Heródoto relata a origem lendária do nome; segundo ele, o célebre herói Héracles teria arado a terra da região utilizando um imenso touro (Taurus). O nome Crimeia provém do nome da cidade de Qırım (atual Stary Krym), que servia como capital da província da Crimeia durante o domínio da Horda Dourada. A maior parte da comunidade internacional (exceto Zimbábue, Venezuela, Síria, Nicarágua, Sudão, Bielorrússia, Armênia, Coreia do Norte e Bolívia) não reconhece a anexação e considera a Crimeia um território ucraniano sob ocupação russa. A península está localizada ao sul da região ucraniana de Kherson e a oeste da região russa de Cubã. O censo da Ucrânia de 2001 mostrou que cerca de 58% eram de etnia russa, 24% de etnia ucraniana e 12% de tártaros. Um acordo conhecido como Iniciativa de Grãos do Mar Negro foi firmado em julho de 2022 para permitir a passagem segura de certos portos, mas posteriormente fracassou.
Os tártaros estabeleceram o Canato da Crimeia no oeste da península durante o século XV, embora os períodos subsequentes tenham sido marcados pelo domínio do Império Otomano. A questão da Crimeia é a disputa geopolítica travada entre Ucrânia e Rússia pelo domínio da Crimeia, península localizada na região do mar Negro, no Leste Europeu. A anexação segue não sendo reconhecida por Kiev e nem pela comunidade internacional. A questão atual da Crimeia decorre das consequências do aprofundamento da crise na Ucrânia, que levou à anexação deste território pela Rússia em 2014. Após a queda da União Soviética, muitos tártaros da Crimeia começaram a voltar para a região.
As ações do período repercutem até hoje na região e têm gerado uma escalada na tensão entre Rússia e Ucrânia. As disputas territoriais tão presentes na atual Crimeia tiveram início já no século XV, após o estabelecimento do Canato da Crimeia pelos tártaros e, mais tarde, com a chegada do Império Otomano à região. No século X da era atual, o Reino de Kiev dominou a região, mas logo perdeu sua soberania para outros povos. Atualmente a população russa equivale a 68% dos moradores da região, ucranianos são aproximadamente 16% e os tártaros, 10,6%. Os russos, quase uma década antes da ocupação promovida em 2014, formavam cerca de 60% da população da península. O nome atual é derivado dos tártaros, grupo étnico de origem turca que chegou àquela região por volta do século XIII, formando posteriormente o Canato da Crimeia. Essa península fica no mar Negro e se tornou centro de uma grande disputa geopolítica atual.
Durante o cerco a Sebastopol, a doença cobrou um pesado tributo às tropas britânicas e francesas, tendo se destacado o heroico esforço de Florence Nightingale dirigindo o atendimento hospitalar de campanha. O Reino Unido, sob a rainha Vitória, temia que uma possível queda da cidade de Constantinopla diante das tropas russas lhe pudesse retirar o controle estratégico dos estreitos de Bósforo e Dardanelos, cortando-lhe as comunicações com a Índia. Como os Otomanos já tinham, anteriormente, dado aos franceses, sob a jurisdição dos franciscanos, a guarda pelos cristãos e por alguns locais sagrados, começou uma tensão entre russos e turcos. Envolveu, de um lado o Império Russo e, de outro, uma coligação integrada pelo Reino Unido, a França, o Reino da Sardenha — formando a Aliança Anglo-Franco-Sarda — e o Império Otomano (atual Turquia). Hoje, após a anexação ao território russo, a complementação da demanda doméstica por energia elétrica tem sido feita pelo país.
O interesse se dava pelo fato de a região estar às margens do Mar Negro. A Rússia, no entanto, flertava com o fato de adquirir novamente a região da Crimeia. O Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares seria a garantia de independência da região. No acordo, inclusive, o governo ucraniano abriu mão de seu arsenal nuclear, o terceiro maior do mundo. O temor com a situação das tensões que ali lucky jaguar existiam apavoravam os ucranianos. O trabalho de conter a efusiva nação era da Ucrânia, enquanto as crises eram contornadas através de acordos com o governo russo. A autonomia da região, entretanto, só foi restaurada em 1991, último ano da URSS e o término da Guerra Fria. A Crimeia é uma península que pertence à Ucrância, atualmente.
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Mais recentemente, em novembro de 2018, a região passou por nova crise após os russos abrirem fogo e capturarem navios ucranianos que haviam entrado sem permissão em suas águas territoriais. Enquanto isso, milhares de soldados russos eram enviados secretamente para a região, e seriam em breve reunidos com ainda mais tropas enviadas pelo governo de Vladimir Putin a pedido do destituído presidente Viktor Yanukovich. A região foi ilegalmente anexada pela Rússia em março de 2014, em um processo condenado pela comunidade internacional. EUA e União Europeia, em acordo, destacaram jamais reconhecer a região como território russo. O clima temperado da península tornou-a um destino turístico popular para ucranianos e russos antes da guerra entre as nações, especialmente Yalta, onde os vencedores soviéticos, americanos e britânicos da Segunda Guerra Mundial se encontraram em 1945 para discutir o futuro da Europa. Por consequência, a própria Rússia enfrentou um período de considerável isolamento internacional, sofrendo inclusive sanções econômicas, embora isso não tenha impedido protestos a favor dos russos em outras cidades ucranianas, como Kharkiv e Donetsk, aparentemente desejosas de seguir o exemplo da Crimeia. Recentemente, a Crimeia se tornou um dos pontos em discussão para um possível acordo de paz entre Rússia e Ucrânia mediado pelos Estados Unidos.































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